Esses cabelos foram responsáveis por mudar a história da beleza

por Izabela Suzuki

Já te contamos uma vez quais foram alguns dos cabelos mais icônicos das celebridades e, como era impossível reunir todos eles em uma única lista, decidimos transformar o assunto em uma segunda parte.

Aqui, reunimos penteados que vão desde o emblemático beehive de Amy Winehouse até um dos cortes mais polêmicos da história do futebol — aquele que deu origem a memes antes mesmo de eles existirem. Entre tendências que redefiniram padrões de beleza e visuais que marcaram toda uma geração, esses cabelos provaram que um bom corte ou penteado pode ir muito além da estética. Vem descobrir quais deles entraram para a história!

Foto: Ronaldo ‘Fenômeno’ (Alessandro Sabattini/Getty Images)

Ronaldo ‘Fenômeno’ em 2002

Existem cortes de cabelo famosos e existe o corte de Ronaldo na Copa do Mundo de 2002. Com a cabeça raspada e apenas uma pequena faixa de cabelo na parte da frente, o visual dividiu opiniões, virou meme antes mesmo dos memes existirem e foi reproduzido por milhares de crianças ao redor do mundo. Segundo o próprio jogador, a ideia surgiu para desviar a atenção de uma lesão que vinha preocupando a imprensa. Funcionou. O Brasil conquistou o pentacampeonato e o corte entrou para a história.

Foto: Amy Winehouse (Barney Britton/Redferns/Getty Images)

Amy Winehouse e sua beehive inesquecível

É impossível falar sobre Amy Winehouse sem lembrar de seu famoso beehive, o penteado volumoso inspirado nos anos 1960 que se tornou sua assinatura. Combinado ao delineado gatinho e às referências retrô presentes em sua estética, o cabelo ajudou a construir uma das imagens mais reconhecíveis da música.

Foto: Justin Bieber (Bryan Bedder/Getty Images)

Justin Bieber e a icônica franja

Se você viveu o final dos anos 2000, provavelmente conheceu alguém que tentou copiar a famosa franja lateral de Justin Bieber. O corte virou uma febre global entre adolescentes, dominou capas de revistas, redes sociais e salões de beleza.

Foto: Brigitte Bardot (Hulton Archive/Getty Images)

O corte Brigitte Bardot

Muito antes do conceito de “cabelo de it-girl” existir, Brigitte Bardot já fazia escola. Seus fios volumosos, com textura aparentemente despretensiosa e franjas suaves ajudaram a definir o ideal de beleza da década de 1960.

Foto: Twiggy (Express/Hulton Archive/Getty Images)

O início do pixie cut com Twiggy

Enquanto muitas mulheres apostavam em cabelos longos e volumosos, Twiggy fez exatamente o contrário. A modelo britânica ajudou a popularizar o corte pixie ultracurto e geométrico que se tornou um dos símbolos da revolução fashion dos anos 1960. Moderno, ousado e elegante, ele continua inspirando novas gerações décadas depois.

Foto: Cicely Tyson (Michael Ochs Archives/Getty Images)

Cicely Tyson e suas tranças

Mais do que um penteado marcante, os cabelos de Cicely Tyson tiveram um importante papel cultural. Ao aparecer em eventos, capas de revistas e produções televisivas usando penteados afro e tranças de forma assumida e sofisticada, a atriz ajudou a ampliar a representação da beleza negra na mídia americana, abrindo caminho para gerações futuras.

Foto: Rita Lee (Reprodução/Instagram)

O ruivo mais icônico do rock nacional

Muito antes dos cabelos coloridos se tornarem tendência, Rita Lee já fazia do ruivo a sua marca registrada. Vibrante, intenso e impossível de ignorar, o tom acompanhou a cantora durante boa parte de sua carreira e ajudou a construir uma das imagens mais icônicas do rock brasileiro. O cabelo ruivo refletia perfeitamente sua personalidade irreverente, criativa e sempre à frente do seu tempo. Não à toa, tornou-se uma das assinaturas visuais mais memoráveis da música nacional.

Foto: Xuxa Meneghel (4Imagens/Getty Images)

As maria chiquinhas de Xuxa

Antes do corte curtinho que marcaria outra fase de sua carreira, foram as famosas marias-chiquinhas loiras que conquistaram uma geração inteira. Durante o auge do programa infantil, o penteado virou febre entre crianças de todo o Brasil e ajudou a transformar Xuxa em um dos maiores fenômenos da cultura pop nacional. Simples, divertido e imediatamente reconhecível, o visual se tornou um símbolo dos anos 1980 e segue despertando nostalgia até hoje.