Jonathan Anderson revisitou a Book Tote e criou a Cigale dialogando com a herança da Dior; Matthieu Blazy ampliou um dos maiores ícones da Chanel; Alessandro Michele mergulhou no imaginário boêmio da Valentino. O resultado? Bolsas de grife que rapidamente conquistaram o mercado de luxo e seus consumidores mais assíduos. Sejam celebridades, fashionistas ou colecionadores, é bem provável que pelo menos uma entre os nove modelos abaixo tenha conquistado um espaço em seus corações (e closets, rs).
Entre releituras e relançamentos que respeitam os códigos de cada maison, essas são algumas das bolsas mais desejadas de 2026 — seja por apresentarem uma nova interpretação de clássicos já consagrados ou porque, no fim das contas, todo mundo quer um pedaço da história da moda para chamar de seu.

As nove bolsas de grife mais desejadas de 2026
Dior Book Tote reinterpretada por Jonathan Anderson
A estreia de Jonathan Anderson na Dior marcou uma mudança de linguagem para a maison. Em vez de abandonar os ícones criados por Maria Grazia Chiuri, o estilista optou por reinterpretá-los com uma estética mais sóbria e intelectual e a Book Tote foi uma das peças centrais dessa novo momento de Anderson. Na coleção de estreia, a bolsa apareceu com linhas mais limpas, novas proporções e acabamentos menos ornamentados.

Dior Cigale por Jonathan Anderson
No entanto, entre as novidades apresentadas por Jonathan Anderson, a Dior Cigale foi apontada como a grande candidata ao posto de próxima it bag da maison. Inspirada em um vestido histórico do arquivo da Dior e com um formato curvo e estruturado, ela traduz a obsessão do estilista por objetos que parecem esculturas.

Chanel Maxi Flap Bag por Matthieu Blazy
Na sua aguardada estreia na Chanel, Matthieu Blazy evitou reinventar a clássica Flap Bag e preferiu ampliar suas proporções. O resultado foi a Maxi Flap Bag, uma versão oversized que acompanha o retorno das bolsas grandes observado nas passarelas internacionais.

Valentino Nellcôte por Alessandro Michele
A Nellcôte foi um dos primeiros acessórios apresentados por Alessandro Michele desde sua chegada à Valentino e sintetiza perfeitamente sua assinatura criativa. Batizada em referência à famosa Villa Nellcôte, na França, associada ao universo boêmio dos anos 1970, a bolsa reúne franjas, camurça, metais envelhecidos e bordados ricos em detalhes.

The Row Margaux por Mary-Kate e Ashley Olsen
Embora não seja um lançamento recente, a Margaux vive seu auge justamente agora. Criada pelas irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen para a The Row, a bolsa tornou-se um dos maiores símbolos justamente por sua escassez e produção limitada, contribuindo para aumentar ainda mais seu status de objeto de desejo.

Bottega Veneta Campana, relançada por Louise Trotter
Entre as primeiras decisões de Louise Trotter na Bottega Veneta esteve o resgate da Campana, modelo originalmente lançado nos anos 2000. A estilista apostou no crescente interesse da moda por peças de arquivo e reintroduziu a bolsa preservando o tradicional couro intrecciato, mas com proporções atualizadas e acabamento mais contemporâneo.

Loewe Amazona 180 por Jack McCollough e Lazaro Hernandez
Na estreia de Jack McCollough e Lazaro Hernandez na Loewe, a dupla escolheu homenagear um dos maiores ícones da maison espanhola: a Amazona. Batizada de Amazona 180, a nova versão amplia as proporções da bolsa criada originalmente em 1975 e preserva elementos históricos como a construção estruturada e os detalhes em couro.

Chloé Paddington reintroduzida por Chemena Kamali
A volta da Paddington foi um dos momentos mais celebrados da nova fase da Chloé sob o comando de Chemena Kamali. Originalmente lançada em 2005 por Phoebe Philo, a bolsa marcou uma geração com seu grande cadeado metálico e sua estética boho. Em 2026, Kamali recuperou esse clássico em uma versão mais macia e contemporânea, mantendo o cadeado como elemento central.

Balenciaga Le City Bag reinterpretada por Pierpaolo Piccioli
A Le City Bag, um dos maiores símbolos da Balenciaga nos anos 2000, ganhou uma nova interpretação sob a direção criativa de Pierpaolo Piccioli, que escolheu revisitar o modelo sem abrir mão de sua identidade original. Criada por Nicolas Ghesquière em 2001, a bolsa ficou conhecida pelo couro extremamente macio, pelas ferragens envelhecidas e pelos longos tassels, tornando-se um verdadeiro fenômeno entre celebridades como Kate Moss, Nicole Richie e as irmãs Olsen.

