Estética futurista e cósmica: o que é e por que virou febre entre a Geração Z

por Amábile Zióli

Anda percebendo como o futuro tem sido abordado em diferentes nichos culturais? Na moda, a estética mistura inovação, tecnologia e materiais não tradicionais em busca de um visual inspirado em imaginários vanguardistas. No entretenimento, produções como Devoradores de Estrelas unem muito bem a idealização futurista com a estética cósmica, geralmente associadas. Mas, afinal, o que é essa estética, de onde ela vem, e por que retornou com tanta força até cair nas graças da Geração Z de uma vez por todas?

Entenda os elementos que formam esse universo visual e onde essa estética já pode ser vestida, usada e até carregada no bolso.

OPPO estética futurista e cósmica
Défilé de mode André Courrèges dans un temple zen le 27 avril 1993 à Kyoto, Japon. (Photo by Kurita KAKU/Gamma-Rapho via Getty Images)

o que é a estética futurista e cósmica?

A estética não nasceu agora. Na verdade, ela é repleta de referências que atravessam décadas. A corrida espacial, nos anos 60, inspirou moda, design de interiores e até eletrodomésticos com linhas curvas e materiais metalizados. Paco Rabanne, Pierre Cardin e André Courrèges a desenvolveram a partir de técnicas e materiais nunca antes usados na moda, como metal e plástico — texturas comumente associadas ao movimento futurista.

Mais a frente, nos anos 80 e 90, uma onda mais próxima da estética cósmica/tech dominou o imaginário pop. De quadrinhos a filmes de ficção científica e passarelas de luxo, o sci-fi aparece mais glamouroso com Thierry Mugler, Alaïa e Jean Paul Gaultier. Paralelamente, o Estilo Futurista ganhou raízes na cultura cyberpunk da mesma década, que imaginava um futuro distópico dominado pela tecnologia. É o caso de blockbusters como Blade Runner e The Matrix.

Já na virada do milênio, o futuro ganhou outra cara: a do próprio ano 2000. É daí que vem o Y2K, um estilo obcecado por tecnologia, digital e pela sensação (meio ansiosa, meio empolgada) de estar entrando em uma nova era. Não à toa, o Y2K herda diretamente o vocabulário visual da era espacial: metais, cromados, plásticos translúcidos, prata. É a mesma estética futurista, só que traduzida pela ansiedade tecnológica do bug do milênio e pelo nascimento da internet como a conhecemos.

como essas estéticas aparecem hoje?

Além das caracterizações tradicionais e mais caricatas, o que muda hoje é a forma como essas referências se combinam. Atualmente, alguns elementos visuais chave da estética são metálicos e cromados, com superfícies espelhadas, acabamentos prateados e efeito “líquido”, além de visuais holográficos e iridescentes, com aquele efeito camaleão que muda de cor conforme a luz. Quando pensamos em paletas cromáticas, o branco e violeta prata se destacam, afinal, são cores que remetem ao espaço e à tecnologia.

Nas passarelas, Schiaparelli apresentou uma coleção que parece ter sido pensada a partir do movimento. Luzes acopladas, silicone e texturas vinílicas como o látex foram as protagonistas do desfile, reforçando o uso de materiais nada óbvios em buscar uma estética quase agoniante. Na mesma linha, Iris Van Herpen fez o primeiro vestido de plasma da história com a ajuda de um acelerador de partículas, e a ideia parte de um estudo da NASA sobre o comportamento das estrelas. Vê como o ideal futurista e cósmico está intrínseco a moda atual?

A geração Z, que cresceu absorvendo referências de games, animes e da estética Y2K reciclada no TikTok, transformou esse imaginário em algo para vestir, decorar e carregar — e os números da plataforma comprovam esse apreço. A hashtag #y2k já reúne mais de 5 milhões de publicações, enquanto #space soma 3,3 milhões e #cyberpunk ultrapassa 1,3 milhão. Acessórios metalizados, óculos com lentes espelhadas, unhas cromadas e até a paleta de cores dos ambientes digitais (aquele violeta crepúsculo que já virou sinônimo de futuro) invadiram o styling do dia a dia. E não é só na moda e nas telas que esse universo visual ganha forma: a estética também chegou aos objetos que usamos o tempo todo, como os gadgets que carregamos no bolso.

a proposta futurista e cósmica da OPPO

Prova disso é o OPPO Reno16 Series, da OPPO, que traduz esse universo estético em hardware. O lançamento da marca no Brasil funciona como uma extensão do styling: um objeto que carrega a mesma linguagem visual dos looks e das referências que já fazem parte do universo estético da Geração Z.

O acabamento holográfico remete diretamente à paleta metálica que atravessa décadas de futurismo, da era espacial dos anos 60 ao cyberpunk dos anos 90. Na traseira, o aparelho traz um efeito de planeta flutuante em três dimensões, criado com um filme óptico que dá profundidade e movimento à superfície, quase uma passarela cósmica em miniatura. Disponível no Branco Aura e no Violeta Crepúsculo, as cores remetem à estética cósmica que domina o imaginário da Gen Z.

OPPO estética futurista e cósmica
Reprodução/OPPO

Os acessórios também merecem destaque. O OPPO Bubble funciona como uma espécie de visor remoto: se acopla magneticamente na traseira do aparelho e espelha em tempo real a imagem da câmera principal — a solução perfeita para quem quer fotos com qualidade de câmera traseira, mas enquadramento de selfie. Fora do modo câmera, ele também funciona como um chaveiro personalizável, exibindo imagens e vídeos curtos — um acessório de styling que pode ser preso à bolsa ou à roupa. Já o OPPO Enco Clip2 serve quase como uma joia: fones no formato clip open-ear, com acabamento metálico e perolado, que dialogam direto com a estética “acessório tech” que já domina o guarda-roupa da Geração Z.

O OPPO Reno16 Series é a prova de que até o seu celular pode (e deve) combinar com o seu look do dia, agradeça ao visual Y2K infalível. Conheça os novos aparelhos da OPPO e faça parte da estética queridinha da Geração Z.

Este conteúdo é apresentado por OPPO.